Eu escondo os rastros
Troco os papeis
Invento um mundo
Que distrai da realidade
Falo com o espelho
Ouço um não
De alguém que não
Reconheço em meio a multidão
A agua sobe a me alcançar
Penso por um minuto
Como seria afundar
Em meio aos medos
E desesperos
Não encontro uma voz, mas estou a gritar
Oh ah
Será que eu deveria mesmo estar aqui
Quarto trancado, mente vazia, caos ao alto, dor ao lado, coração estilhaçado.
O amor não é da maneira que desejamos que ele seja.
Para admitir que está mal, também precisa coragem.
Não acelere, mas também não freie. Deixe que a vida ande na sua própria velocidade; você não pode controlar o tempo. As coisas fora do lugar saberão para onde ir.
O que temos é um grande amor. É complicado, intenso, consome tudo. Não importa o que fazemos ou o quanto brigamos, ele sempre nos puxa de volta.
Até a pessoa mais forte se torna frágil quando começa amar.
Juro que eu tento, tento demais mesmo, mas é difícil segurar meu coração. Sempre fui muito emotiva, como minha mãe, e isso agora anda me prejudicando. Chegou há um ponto que nem eu me aguento mais! Talvez isso seja loucura, não sei, mas é a verdade. Tem hora que quero sair do meu corpo e bater na minha cara, de tanto que estou cansada disso. O pior, eu sei que isso só depende de mim para mudar.
Eu sei que sou uma pessoa difícil e que me suportar é uma missão quase impossível. E não vou me importar se você quiser tirar férias de mim, se eu pudesse, faria isso também. Mas é que eu tenho essa necessidade de estar perto, de querer atenção e receber afetos a todo momento.
Pessoas não são perfeitas. Falhamos e caímos. E quando temos uma segunda chance de felicidade na vida, nós a aproveitamos. Porque, agora, sabemos o que importa. Porque, agora, nós sabemos o que é precioso. Porque, agora, sabemos que qualquer mínimo momento de felicidade que podemos agarrar nesta vida, é um momento que vale a pena ter. Independentemente do que possam pensar.